Movimento Reformista Clássico

A base teológica do movimento reformista é que, ao mesmo tempo em que os ensinamentos morais que Moisés recebeu no Monte Sinai sejam eternos, o judaísmo se caracteriza por um conjunto de práticas em progresso constante e a serem continuamente exploradas e revistas a cada geração. Em suas origens, na segunda metade do século 19, o movimento se pautava por serviços realizados na língua vernácula e no abandono de práticas que, na época, muitos consideravam já irrelevantes, tais como a cashrut e os serviços religiosos em hebraico. Os valores e práticas deste período — que perdurou até os anos 1960 — fazem parte do que hoje se convencionou chamar de “Movimento Reformista Clássico”.