Avanhandava

 

 

O movimento juvenil Avanhandava surgiu em 1938, em plena ditadura Vargas, tendo de adotar um nome em tupi-guarani para evitar problemas com o governo e, ao mesmo tempo, proporcionar um encontro entre jovens judeus.

O grupo ainda passou a utilizar o escotismo como forma educativa, o que acabou se tornando o seu grande diferencial. O escotismo, com todas as suas peculiaridades, acabou se misturando à ideologia judaica e sionista do movimento, sempre ligado à Congregação Israelita Paulista.

A plataforma ideológica e o objetivo de formar cidadãos conscientes e preocupados com os valores sociais e ambientais se mantiveram até os dias atuais, influenciando inúmeras gerações de jovens judeus no Brasil.

A divisão das kvutzot segue os critérios da União dos Escoteiros do Brasil e da Federação das Bandeirantes do Brasil, entidades que a Avanhandava é filiada e já participou de inúmeras atividades.

O grupo possui cerca de 20 madrichim (monitores) e 15 bogrim (integrantes mais velhos) que participam de alguns encontros. Além dos acampamentos durante as férias escolares, são realizadas atividades todos os sábados, na CIP, às 14h, com uma média de 80 chanichim.