
A minha emoção ao ler na camiseta a frase "PAI TE AMO" já valeu todo o fim de semana.
Na segunda-feira ainda relembrava vivamente a ponto de ouvir as canções e lembrar dos maravilhosos momentos passados não só com meu filho mas com os outros pais, filhos, equipe da CIP enfim só momentos bons que iremos guardar em nossos corações .
Como teria sido bom se na minha época eu pudesse ter tido esta experiência com meu pai.
Obrigado.
Mauro Zolko
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Foi muito bom participar com vocês da viagem de pais e filhos a Campos no último fim de semana. Tivemos a oportunidade de nos aproximarmos de outros pais e de outros filhos, e de compartilhar com eles um pouco do que esse momento tem de tão especial em nossas vidas, e também de participarmos, juntos, das atividades instrutivas e divertidas que vocês nos propuseram. São dias que ficarão em nossa lembrança, como marcas dessa passagem dos nossos filhos para a vida religiosa adulta.
Luis S. Krausz
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As lembranças do meu Bar-Mitsvá são as piores possíveis. Sobrou muito pouco dessa fase, mas o que restou lembra mais um filme de horror. Minhas aulas aconteciam na Praça Marechal Deodoro em um apartamento sem luz do dia, todo escuro e com forte cheiro de mofo. O meu professor todo vestido de preto me dava broncas homéricas pelos meus erros. Show de horror.
Apesar de tudo isso, fiz questão que meu filho Roberto seguisse com as nossas tradições e compromissos religiosos.
Todo o processo do Bar-Mitsvá está sendo muito bacana. Sinto o meu filho muito envolvido com tudo, sem nenhum tipo de resistência, muito pelo contrário, os preparativos de maneira geral estão cercados de alegria.
A viagem para Campos foi mais uma etapa nesse processo. Tenho uma proximidade muito grande com o Roberto, mas essa viagem selou mais um laço. Tudo foi ótimo: a convivência com os outros pais, as cerimônias religiosas, pintar as camisetas, as refeições, o futebol, fazer o tsitsit, o teatro, a gincana, as rezas, as músicas, enfim tudo.
Logicamente tudo isso só foi possível pelo envolvimento de todos, mas principalmente das morót e dos monitores que organizaram tudo perfeitamente. O Alê, nosso chazan, dá um toque de leveza e profundidade a tudo e o Ruben, nosso rabino, que usa seus conhecimentos para congregar de verdade.
Apesar dos roncos, da cama estreita, de terem escondido a TV sem nos deixarem ver nenhum pedaço da corrida, tudo foi muito importante e me senti muito honrado e emocionado em participar.
Agradeço a todos.
Ary José Mifano
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